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domingo, 16 de agosto de 2015

Escritório virtual é alternativa em tempos de crise

Escrito por: Alessandro Padin - Atendimento e Social Media

O período de instabilidade econômica tem impacto diretamente a produtividade das micro e pequenas empresas (MPEs). Projetos e investimentos programados ficam na gaveta esperando dias melhores e o lucro, consequentemente, vem diminuindo. De acordo com a última pesquisa mensal Indicadores Sebrae-SP, o faturamento real das MPEs paulistas caiu pela quinta vez consecutiva e recuou 10,2% em maio, na comparação com o mesmo mês de 2014.

Para sobreviver a este ambiente de incertezas, as empresas procuram diminuir os custos, enxugando a estrutura e os gastos operacionais. Neste cenário, uma alternativa tem sido os escritórios virtuais, centros de negócios que oferecem a cessão de salas mobiliadas e decoradas, para uso temporário ou permanente, com infraestrutura completa: central de atendimento e de serviços, incluindo recepção, secretaria, mensageiro, telefonia, internet, equipamentos, manutenção.

Estima-se que este segmento cresce 30% ao ano, e na Região Sudeste, onde a maioria dessas empresas está concentrada, existem hoje mais de 260 desses tipos de empreendimento, segundo dados da Associação Nacional dos Centros de Negócios e Escritórios Virtuais (ANCNev).

“A economia do empresário que migra de um escritório convencional para um virtual pode chegar a 50%”, afirma Silvana Barros, uma das sócias do Smart Center, empreendimento criado há 16 anos e pioneiro no conceito de escritórios virtuais em Santos, que tem duas unidades no Gonzaga com uma estrutura de 27 escritórios, duas salas de reuniões, e dois auditórios, um para 20 pessoas e outro para 100 pessoas.

A outra sócia da empresa, Carla Guassaloca, destaca os benefícios: “É diferente de montar um espaço, mobiliar, reformar, contratar funcionários. No escritório virtual o empreendedores já têm isso tudo pronto, com o serviços incluídos. Há, ainda, a flexibilidade dos contratos. O empresário pode ficar instalados por dois, três meses, sem multa. É importante para quem está começando ou em momento de mudanças”.

No Smart Center, por exemplo, o custo inicial para quem locar uma sala, com serviço de recepção, é de R$ 230 por mês e, para quem quer utilizar apenas para fazer uma reunião ou atendimento o valor é de R$ 50 por hora. “Um advogado, por exemplo, pode trabalhar em regime de home office, mas mantém o atendimento conosco, para receber recados, correspondências. Ele precisa atender o cliente, agenda uma hora aqui e utiliza nossos espaços”, completa Silvana Barros.

Economia Um exemplo é o do publicitário Carlos Honorato, da Fire Mídia Agência de Propaganda. “Saímos de uma estrutura própria e procuramos o escritório virtual por redução de gastos e, também, por ter um serviço de atendimento ao cliente. Mudamos o conceito da empresa e trabalhamos com home office. Isso proporcionou uma redução de 35% nos custos operacionais, pois uso a estrutura locada como base gerencial e recepção de clientes”, explica.

Gisela Fernandes, da F2 Arquitetura e Design de Interiores, também é adepta do escritório virtual: “Você faz contratos de acordo com o tempo que quer permanecer, sem a necessidade de firmar um contrato anual, por exemplo, e sem a necessidade de fiador”.

O perfil de quem procura os escritórios virtuais é variado, como afirma a gerente do Espaço Certo, escritório virtual que funciona há quatro anos também no Gonzaga, em Santos, com um estrutura de 30 salas, auditório para 30 pessoas, e uma área de convivência para negócios. “O empreendimento foi criado para atender a demanda de empresas estrangeiras do segmento de petróleo e gás, mas hoje temos muitos empreendedores locais da área de tecnologia, profissionais liberais e de terceirização de mão de obra, por exemplo”, destaca.

Público-alvo O consultor do Sebrae-SP na Baixada Santista, Rodrigo Daniel Oliveira Martins, afirma que, em alguns casos, os custos de manutenção de uma empresa que opta por um escritório virtual pode ser reduzido em até 70%, mas alerta: “A localização do escritório virtual tem que estar alinhada com o público-alvo, principalmente para os empreendedores que fazem muitos atendimentos presenciais. Será que os clientes estão próximos do ponto onde funciona o escritório virtual? Avaliar isso é essencial para o sucesso do negócio neste ambiente”.

Ele observa, no entanto, que o período de instabilidade econômica pode ampliar o alcance deste segmento. “No momento há muitas empresas estabelecidas fazendo renegociação de aluguel para reduzir custos. Eu atendi um empreendedor que paga R$ 3.500 de aluguel e que vai discutir com o locatário uma redução. Se não tiver acordo, vai entregar o imóvel. Dessa forma, a procura por uma estrutura virtual pode ser uma tendência para os prestadores de serviço”, afirma.

Sobre o Smart Center

O Smart Center iniciou as atividades em Santos, em 1999, e é o pioneiro no Litoral Paulista no conceito de Escritório Virtual. Atualmente, tem duas unidades no Gonzaga, um dos bairros que mais concentra atividades empresariais na região da Baixada Santista, nas ruas José Caballero e Clay Presgrave do Amaral. Outras informações em smartcenter.com.br.

 

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